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Igreja O Brasil Para Cristo

Amando Deus, pessoas e servindo.

Cultos: 4ᵃˢ feiras • 15h | 5ᵃˢ feiras • 20h
Domingos • 10h e às 19h
Devocionais: De Segunda a Sexta-feira
das 08h às 08h30

Endereço: Av. Ultramarino, 616 - Lauzane Pta-SP

AGENDA

Retiro de Mulheres Renovadas

Data: 19 a 22 de novembro de 2026
Local:Hípica Jaguari - Bragança Pta

Data: 16, 17 e 18 de outubro de 2026
Local: Igreja O Brasil para Cristo no Mandaqui

Simpósio de Missões 2026

MINISTRAÇÕES

PALAVRA PASTORAL

Pr. Joel Stevanatto

UNGIDOS RENUNCIAM À SUA AUTONOMIA | SEMANA 36
João 15.5

Quando Jesus diz que “sem mim vocês não podem fazer nada”, está afrontando de maneira rígida a uma sociedade composta de pessoas que objetivam autonomia e vivem em busca da independência pessoal de tudo e de todos. O pensamento de que eu sou dono do meu nariz e faço o que bem entendo e do jeito que eu quiser, precisa morrer para aceitar a afirmação que Jesus fez, sobre dependência dEle para fazer algo, sem torcer o nariz. Acredito que o personagem bíblico que mais representa o desejo de autonomia é o moço da parábola do filho pródigo.
Aquele moço tinha responsabilidades e direitos, que na casa do pai haviam sido estabelecidos como rotina diária, e demonstrou que estava cansado disso. Talvez ele quisesse acordar noutro horário ou fazer outras coisas, ou mesmo não se sujeitar a nenhuma autoridade, ainda que fosse do seu pai que lhe garantia o sustento e as mordomias de ser filho de pai rico. Ele queria autonomia (Lucas 15.11-20)! Quando pede ao seu pai parte dos bens que deveria receber apenas numa eventual e futura herança, está demonstrando que não quer sujeitar-se ao tempo determinado para que as coisas fossem feitas. Ele quer autonomia do tempo. Assim caminha a humanidade que deseja o prazer do sexo antes e fora do casamento, porque não quer se sujeitar às responsabilidades, mas deseja ter aquilo que julga de direito, por exemplo. Provavelmente aquele moço não queria mais tirar leite da vaca e nem dar milho às galinhas, e por isso tornou-se inconsequente e passou a tomar decisões pelos seus impulsos, sem respeitar o direito de outros ou mesmo os valores morais que devem nortear a postura de todas as pessoas. Deixou de olhar para o lado e passou a ser instigado apenas pelos seus pensamentos e paixões. E assim caminha a humanidade! A partir daquele momento cerca-se de pessoas inconsequentes e aproveitadoras (ele se aproveitou do seu pai e não pensou nem um minuto nele), como ele, e que vivem o aqui e o agora sem pensar no amanhã. Como resultado da vida dissoluta que adotou, colheu outra rotina mais degradante do que a primeira e agora passou cuidar de porcos, deixou a cama quente da casa do pai para viver em meio à sujeira e odor do chiqueiro. O que pensava ser autonomia na verdade mostrou-se escravidão! Julgava que saindo da casa do pai não dependeria de ninguém e agora depende de um capataz severo, com isso, troca a mesa farta do pai pela comida dos porcos que lhe é oferecida pelo seu novo chefe (antes o seu chefe era um pai que o amava). A grande lição dessa parábola é que nunca seremos autônomos. A Bíblia indica que somos servos de Deus ou somos escravos do pecado e a autonomia que temos é decidir a quem vamos servir (Romanos 6.16; Mateus 6.24; Josué 24.15). A história termina com uma lição de humildade que faz com que aquele moço volte e se reconcilie com seu pai. Talvez essa seja a situação de alguns que leem esse texto e que precisam abandonar a comida de porcos. Pense nisso!

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